terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Windows - Montando um Servidor local

Bom gente. Vou ensinar vocês a montarem um servidor local, para desenvolver suas páginas em PHP e poder testá-las para evitar erros na hora de entrega.
Temos que ter 3 programas principais pra começar. o PHP (linguagem), mysql (banco de dados) e o apache (servidor); Podemos fazer o download dele separadamente.




Apache:
http://www.apache.org/dist/httpd/binaries/win32
Ao baixá-lo, inicie a instalação, como você faria com qualquer programa para Windows com um bom instalador. Durante a instalação ele pedirá o domínio da rede (Network Domain), o nome do servidor (Server Name) e o e-mail do administrador do sistema. Como a instalação é para um servidor local, para desenvolvimento, preencha com "localdomain" no campo "Network Domain", "localhost" no campo "Server Name" e seu e-mail no último campo.
Depois de instalado ele já irá funcionar.
Acesse a página: http://localhost e veja se aparece uma tela branca escrita, It Works!. Se apareceu, otimo. Está instalado corretamente.
PHP:
http://www.php.net/downloads.php
Faça a instalação normalmente. Vai ter uma parte que Então ele pede o local dos arquivos de configuração do Apache. Localize a pasta "conf", dentro da pasta do Apache, senão a configuração não será automatizada (mas veremos também como fazê-la manualmente):

Após instalar, abra o bloco de notas e coloque esse código:
Código: [Selecionar]
<html>
    <head>
        <title>Informações do meu servidor</title>
    </head>
    <body>
        <? phpinfo(); ?>
    </body>
E salve dentro da pasta "htdocs" da pasta Apache com a extensão .php Exemplo: teste.php
Digite no seu navegador: http://localhost/teste.php se aparecer uma tela igual essa está tudo certo:


MYSQL:
http://www.mysql.com

Faça a instalação normalmente. use as configurações padrões: usuário: root e senha: root
Fica mais facil pra gente testar depois :D
Se instalar tudo corretamente irá aparecer essa tela:


--------------- xx -----------------
Mas para quem prefere, hoje em dia existe pacotes com tudo junto e de fácil instalação:

Apresento-lhes o WAMP
http://www.wampserver.com/en/

Só instalar esse programa e tudo estará feito ;D sem nenhuma das configurações acima. Muito mais fácil.
No proximo tutorial ensinarei a montar o servidor no Linux.

Photoshop - Como Ativar Ps CS5 de graça



Instale-o normalmente...
O normal é que se você não inserir a chave/serial/key, ele fica apenas por determinado período em funcionamento completo em seu sistema.
Para isso não acontecer, vou disponibilizar um tutorial que todos usam no momento para driblar o sistema da Adobe , em questão de seus produtos pagos/sharewares:

Ele pode ser encontrado no próprio site da Adobe para download:
 

Antes de abrir o Photoshop e inserir o Serial...Vá em iniciar>executar e digite "c:\windows\system32\drivers\etc\hosts" , sem aspas.Ou faça isso manualmente se preferir(abrindo os diretórios um por um).Escolha para abrir com o Bloco de Notas(NotePad).

Insira essas linhas no script(arquivo hosts):



127.0.0.1       adobeereg.com
127.0.0.1       activate.adobe.com
127.0.0.1       practivate.adobe.com
127.0.0.1       ereg.adobe.com
127.0.0.1       activate.wip3.adobe.com
127.0.0.1       wip3.adobe.com
127.0.0.1       3dns 3.adobe.com-
127.0.0.1       3dns 2.adobe.com-
127.0.0.1       adobe-dns.adobe.com
127.0.0.1       adobe-dns-2.adobe.com
127.0.0.1       adobe-dns-3.adobe.com
127.0.0.1       ereg.wip3.adobe.com
127.0.0.1       ativar sea.adobe.com-
127.0.0.1       WWIS-dubc1 vip60.adobe.com-
127.0.0.1       ativar sjc0.adobe.com-
127.0.0.1       WWIS-dubc1 vip60.adobe.com-


Isso serve para que o gerenciador de ativação da Adobe não consiga verificar a chave online, para conferir se é original ou não.Lembrando que 127.0.0.1 é o endereço de Loopback, então sempre que algum aplicativo querer redirecionar uma conexão para esses domínios da Adobe, não irá dar certo, pois será redirecionada para o seu próprio host(seu computador).






obs.:se não estiver conseguindo salvar o arquivo faça o seguinte:


botão direito do mouse em cima do arquivo>guia propriedades>guia segurança>avançadas>guia proprietário>editar>selecione o seu nome de usuário>aplique as alterações.






Agora com o arquivo hosts configurado corretamente, insira o serial normalmente no Photoshop CS5, e tenha bom proveito.


Se não tiver um serial em mãos tente este(comigo deu certo):


1330-1331-8999-1502-9478-2917



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Firefox - Ativando "Salvar e Sair" abas no Firefox

À partir do Firefox 4 o navegador da Mozilla deixou de exibir uma função interessante que era usada por alguns usuários: quando tentávamos fechar várias abas de uma vez o navegador exibia a possibilidade de “Salvar e Sair”.
Nesse tutorial iremos aprender a habilitar esse excelente recurso que pode facilitar  e muito a nossa vida.
 


1 - Para “devolver” tal função ao navegador digite na barra de endereços about:config e dê ENTER.

Clique em “Serei cuidadoso, prometo!” e em localizar digite browser.showQuitWarning




2 -  Clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo encontrado, selecione “Inverter valor” e pronto.
Logo após fechar a página de configuração a modificação já entra em vigor:

Info - Memória DDR3

As memórias DDR3 (Double Data Rate 3) chegaram ao mercado para substituir o padrão DDR2, tal como este substituiu o tipo DDR. A motivação dessa mudança é, como sempre, a necessidade de melhor desempenho. Neste artigo, você verá as principais características das memórias DDR3 e conhecerá suas diferenças em relação aos padrões anteriores.

Principais características das memórias DDR3

As memórias DDR se destacam em relação ao padrão anterior - memórias SDR SDRAM - porque são capazes de realizar duas operações de leitura ou escrita por ciclo de clock (em poucas palavras, a velocidade com a qual o processador solicita operações - entenda mais neste artigo sobre processadores). As memórias DDR2, por sua vez, dobram essa capacidade, realizando quatro operações por ciclo de clock.
O tipo DDR3 segue o mesmo caminho: dobra a quantidade de operações por vez em relação ao padrão anterior, ou seja, realiza 8 procedimentos de leitura ou gravação a cada ciclo de clock, quatro no início deste e outros quatro no final.
Para compreender melhor este aspecto, considere que, quando nos referimos ao ciclo de clock, estamos tratando da comunicação da memória com o exterior. Porém, a memória trabalha com uma frequência própria internamente.
Levando essa característica em conta mais a questão das operações por ciclo de clock, temos o seguinte cenário:
- Um módulo DDR-400, por exemplo, funciona internamente a 200 MHz, mas oferece 400 MHz por trabalhar com duas operações por ciclo (2 x 200);
- Um pente DDR2-800, que também funciona internamente a 200 MHz, pode oferecer 800 MHz, já que faz uso de quatro operações por vez (4 x 200).
- Seguindo a mesma lógica, podemos tomar como exemplo um módulo DDR3-1600 que, assim como os anteriores, funciona internamente a 200 MHz, no entanto, por utilizar 8 operações por ciclo de clock, pode oferecer 1.600 MHz (8 x 200).
Vale frisar que, em termos gerais, as taxas da frequência de comunicação externa são quatro vezes maiores que o clock interno. Com isso, um módulo que trabalhar internamente a 200 MHz funciona externamente a 800 MHz, por exemplo.
Há, no entanto, um aspecto onde a memória DDR3 leva desvantagem: a latência, em poucas palavras, o tempo que a memória leva para fornecer um dado solicitado. Quanto menor esse número, melhor. Eis as taxas mais comuns para cada tipo de memória:

- DDR: 2, 2,5 e 3 ciclos de clock;
- DDR2: 3, 4 e 5 ciclos de clock;
- DDR3: 7, 6, 8 ou 9 ciclos de clock.

Perceba que, com isso, um módulo DDR2 pode gastar até 5 ciclos de clock para começar a fornecer um determinado dado, enquanto que no tipo DDR3 esse intervalo pode ser de até 9 ciclos.
Para conseguir diminuir a latência, fabricantes fazem uso de vários recursos nos módulos DDR3, como um mecanismo de calibragem de sinal elétrico, que proporciona maior estabilidade nas transmissões.
Saiba mais sobre latência no texto Memória ROM e RAM.
No que se refere ao consumo de energia, as memórias DDR3 conseguem levar vantagem em relação às tecnologias anteriores: por padrão, trabalham com 1,5 V, contra 1,7 V e 2,5 V dos tipos DDR2 e DDR, respectivamente. É importante destacar, no entanto, que esses valores podem ser aumentados ligeiramente pelo fabricante para atender a determinadas necessidades - alcançar um determinado nível de clock, por exemplo.

Dual-Channel e Triple-Channel

Tal como acontece com seus antecessores, os módulos DDR3 também podem trabalhar com o esquema Dual-Channel, onde controlador faz com que as memórias possam transferir o dobro de dados por ciclo: em vez de 64 bits, transferem 128 bits.
Mas, a partir da linha de processadores Intel Core i7, as memórias DDR3 passaram a contar com uma nova modalidade: Triple-Channel. Como o nome indica, neste modo, as memórias passam a trabalhar com o triplo de dados por ciclo. Assim, se cada canal transmite 64 bits, temos então um total de 192 bits por vez. Além disso, se no modo Dual-Channel é necessário utilizar dois pentes de memória com as mesmas especificações, no Triple-Channel são necessários três. Isso indica que a placa-mãe necessita contar não só com um chipset compatível (o mesmo vale para o processador) como também possuir mais slots de memória, tornando tais dispositivos mais caros ao usuário.
Placa-mãe com suporte a Triple-Channel
Placa-mãe com suporte a Triple-Channel - Imagem por Asus
Da mesma forma que é possível encontrar kits com pentes de memória para Dual-Channel, há fabricantes disponibilizando kits para Triple-Channel.

Aspectos físicos das memórias DDR3

Assim como as memórias DDR e DDR2, os módulos DDR3 contam com uma ranhura, isto é, com uma pequena divisão entre seus terminais de contato. Para evitar confusão entre os padrões, cada tipo possui esse espaço em uma posição diferente. No caso das memórias DDR3, a ranhura está mais à esquerda. A imagem abaixo mostra um comparativo entre os três tipos:
Comparativo: memórias DDR3, DDR2 e DDR
Comparativo: memórias DDR3, DDR2 e DDR - Imagens por Kingston
As memórias DDR3 seguem o exemplo do tipo DDR2: geralmente são encontradas com chips que utilizam encapsulamento CSP (Chip Scale Package) com encaixes FBGA (Fine pitch Ball Grid Array), cuja principal característica é o fato de os terminais do chip serem pequenas soldas. A vantagem disso é que o sinal elétrico flui mais facilmente e há menos chances de danos físicos. A memória DDR, por sua vez, é frequentemente encontrada em encapsulamento TSOP (Thin Small Outline Package). Saiba mais sobre isso no artigo Memórias ROM e RAM.
Memórias DDR3 para notebooks
Nos notebooks, as memórias geralmente possuem dimensões diferentes - Na foto, um pente DDR3 em um Macbook Pro
O número de contatos dos módulos DDR3 também é o mesmo dos pentes DDR2: 240. O tipo DDR possui 184.

On-Die Termination (ODT)

Este é mais um ponto onde as memórias DDR3 são semelhantes ao padrão DDR2: ambas trabalham com um recurso denominado On-Die Termination (ODT). Trata-se de uma tecnologia que ajuda a evitar erros de transmissão. Como?
Os sinais elétricos sofrem um efeito de retorno quando chegam ao final de um caminho de transmissão. Grossamente falando, é como se a energia batesse em uma parede no final de seu caminho e voltasse. Por motivos diversos, esse efeito também pode ocorrer no "meio do caminho". No caso das memórias, esse problema, conhecido como "sinal de reflexão", pode significar perda de desempenho e necessidade de retransmissão de dados.
Nas memórias DDR, esse problema é tratado por meio de um método que reduz o sinal de reflexão a partir de resistores que são adicionados à placa-mãe. É desse dispositivo que vem o nome "terminação resistiva".
Nas tecnologias DDR2 e DDR3, a terminação resistiva na placa-mãe não se mostrou eficiente, pelas características físicas desses tipos de memória. Diante desse problema, foi necessário estudar alternativas e então surgiu o ODT. Nesta tecnologia, a terminação resistiva fica dentro do próprio chip de memória. Com isso, o caminho percorrido pelo sinal é menor e há menos ruídos, isto é, menos perda de dados. Até a placa-mãe acaba se beneficiando dessa tecnologia, já que um componente deixa de ser adicionado, reduzindo custos de produção.

Nomenclatura das memórias DDR3

Tal como suas antecessoras, as memórias DDR3 seguem duas denominações: DDR3-XXXX e PC3-YYYY, onde YYYY indica a quantidade de megabytes transferidos por segundo (valor máximo teórico). A tabela a seguir mostra as especificações mais comuns:
MemóriaNome AlternativoFrequência internaFrequência externaTaxa de transmissão
DDR3-800PC3-6400100 MHz400 MHz6.400 MB por segundo
DDR3-1066PC3-8500133 MHz533 MHz8.533 MB por segundo
DDR2-1333PC3-10600166 MHz667 MHz10.667 MB por segundo
DDR3-1600PC3-12800200 MHz800 MHz12.800 MB por segundo
DDR3-2000PC3-16000250 MHz1000 MHz16.000 MB por segundo

Faltou explicar o significado de XXXX, não é mesmo? Esse número faz alusão a uma medida conhecida como megatransfer - em nosso caso, megatransfer por segundo, isto é, MT/s -, que informa a quantidade de dados transferidos por vez. Assim, um módulo DDR3-800 indica que o dispotivos trabalha com até 800 milhões de transferência de dados por segundo.

Finalizando

DDR, DDR2 e, agora, DDR3. Tanta variação faz parte da necessidade constante que a indústria tem de oferecer tecnologias que possam acompanhar o crescente poder dos processadores. Isso indica que um novo padrão, talvez o DDR4, está por vir? Pode ter certeza que sim. Empresas como Intel e entidades como JEDEC já trabalham nas especificações de novos de memórias que possam ser não só mais rápidas, mas também viáveis em termos de custo e consumo de energia.
Para saber mais sobre o assunto, consulte as seguintes matérias:

Access 2007 - Tutorial Básico

O Access 2007 é o programa de banco de dados que faz parte do pacote de escritório Office 2007, da Microsoft. Com o software, o usuário pode criar diversas aplicações, como um pequeno controle de estoque, lista de livros, cadastro de clientes, registros de aulas, entre outros. Neste tutorial, você terá instruções básicas para criar e usar tabelas, relatórios, formulários e consultas para as suas aplicações no Access 2007.


A tela inicial do Access 2007

O Access 2007 possui uma interface diferente das versões anteriores do programa. Na primeira tela do software, é possível visualizar facilmente vários recursos, entre eles, a opção de acessar modelos pré-prontos de aplicações de contatos, projetos, tarefas, eventos, entre outros. Também é possível acessar vários modelos através da conexão on-line do Access 2007 ao site do programa na internet.
Tela principal do Access 2007
Ao olhar o programa pela primeira vez, o usuário poderá sentir falta dos tradicionais menus no topo da tela. No Access 2007, o acesso aos principais recursos é feito através de uma pequena barra no campo superior esquerdo da janela. Clicando no botão com o símbolo do Microsoft Office (chamado de Botão Office), é possível acessar as opções de criar, abrir, salvar, imprimir e fechar projetos.
Botão Office
Para este tutorial, vamos criar um pequeno banco de dados para gerenciar uma coleção pessoal de livros. Para isso, clique em Banco de Dados em Branco na área principal do programa ou clique em Novo, no Botão Office. Ao contrário do que acontece com outros aplicativos, como o Word ou o Excel, ao criar um arquivo novo no Access, é necessário salvá-lo primeiro. Em nosso caso, daremos o nome de tutorial_infowester.accbd (a extensão é inserida automaticamente pelo programa).

Criando tabelas

O primeiro passo para desenvolvermos o nosso controle de livros no Access 2007 é criar uma tabela com os campos necessários. Para isso, vá ao menu Criar e escolha Tabela. Na janela que surgir, vá ao menu Início, clique em Modo de Exibição e escolha a opção Modo Design. O programa pedirá um nome para a tabela. Coloque o nome que quiser. Para este tutorial, colocaremos livros.
Criando uma tabela
Aparecerá uma interface onde você deverá criar os campos para a tabela. Vamos criar seis campos: Nome do livro, Autor, Editora, Edição, ISBN e Data de aquisição. Note que o programa mostra um campo já criado de nome Código. Deixe-o como está, por enquanto. Abaixo de Código, digite os nomes dos campos já mencionados. Note que, a cada campo criado, aparece ao lado uma coluna chamada Tipo de dados. Nela, você pode definir que tipo de dados aquele campo aceitará. No caso dos campos Nome do livro, Autor, Editora e ISBN pode-se deixar ativada a opção Texto, pois ela aceitará tanto letras como números. No campo Edição, escolha o item Número em Tipo de dados. No campo Ano de aquisição, escolha a opção Data/Hora. Como queremos apenas exibir data e não hora, clique uma vez em Data/Hora e, no final da tela, na guia Propriedades do Campo, selecione a aba Geral e, no campo Formato, escolha a opção Data abreviada (ou Data normal, se preferir). Ao fazer isso, sempre que o usuário digitar uma data, está será exibida da seguinte forma: 10/6/2007.
Alterando o tipo de dados
Você já deve ter percebido que, quando criamos uma tabela, podemos inserir vários tipos de campos. Para cada Tipo de dados de cada campo, é possível fazer modificações de diversas formas indo em Propriedades do Campo. Se você quiser, por exemplo, determinar que um campo Texto tenha, no máximo, 300 caracteres, basta selecionar o campo e, em Propriedades do campo, informar o valor desejado em Tamanho do campo. Escolha diferentes tipos de dados e, para cada um, explore as opções existentes em Propriedades do campo. Você verá que é possível criar várias coisas interessantes.
Lembra do campo Código, criado automaticamente pelo Access 2007? Note que ele conta com a opção Numeração Automática em Tipo de dados. Esse recurso nos será útil, pois permitirá numerar de maneira ordenada cada livro registrado. Repare que esse campo tem o desenho de uma chave em seu início. Ela se chama chave primária e serve para garantir a confiabilidade dos registros. O campo de chave primária não pode ter valores repetidos ou ficar sem dados. Se você tiver uma tabela de clientes, por exemplo, poderá usar esse campo para registrar o CPF/CNPJ de cada um e, assim, garantir que não haja registros duplicados.
Para finalizar esse tópico, note que ao lado das colunas Nome do campo e Tipo de dados há uma terceira de nome Descrição. Ela é opcional e é particularmente útil para descrever um campo cujo nome não deixa claro do que se trata. Por exemplo, suponha que você criou um campo com os dizeres CCC. Uma outra pessoa certamente não entenderá do que se trata, a não ser que, no campo Descrição, você insira "Código de Cliente Corporativo".

Criando Formulários

Ao criarmos uma tabela, definimos a estrutura de nosso banco de dados. Que tal criarmos agora a interface que servirá para preenchermos e consultarmos os dados dessa tabela? Para isso, usamos a opção Formulários. Para ativá-la, feche a tabela livros (há um botão "X" no campo superior direito da tabela para isso) e vá em Criar. Nesse menu, você verá vários botões em uma seção dedicada a Formulários:
Divisão de formulários do menu Criar
Você pode escolher a opção que quiser. Neste tutorial, usaremos a opção Assistente de Formulário. Para acessá-la, clique em Mais Formulários e escolha Assistente de Formulário. A janela que surgir perguntará quais campos da tabela você quer incluir no formulário. Clique no botão com os caracteres >> para escolher todos e, em seguida, clique em Avançar. Na janela seguinte, escolha o layout que preferir. Aqui, escolheremos a opção Justificado. Feita a escolha, clique em Avançar. O Access mostrará agora uma janela onde você poderá escolher um estilo (visual) para o seu formulário. Escolha a sua opção preferida. Neste tutorial, utilizaremos o estilo Papel. Clique em Avançar e, depois, em Concluir. Ao fazer isso, você verá como ficou seu formulário.
Não gostou do visual ou da posição dos campos? Então clique no botão Modo de Exibição e escolha a opção Modo Design.
Acessando o Modo Design
Neste modo, você poderá fazer uma série de alterações em seu formulário. Se você quiser mudar a posição dos campos, selecione-os com o mouse e arreste-os. Se quiser alterar o tamanho de cada campo, selecione-o e clique nas abas laterais para aumentá-lo ou diminuí-lo (as setas da imagem abaixo mostram essas abas):
e você clicar com o botão direito do mouse sobre o fundo ou sobre cada campo ou rótulo, poderá fazer uma série de alterações. Em nosso caso, por exemplo, selecionamos todos os itens e aplicamos uma opção do item Efeito Especial. Também inserimos um logotipo. Para fazer o mesmo, vá ao menu Design e escolha Logotipo. O Access lhe permitirá buscar uma figura para servir como símbolo de seu formulário. Neste, usaremos o logotipo do InfoWester.
Explore o Modo Design para fazer a alteração que quiser. Note que há dezenas de recursos, basta explorá-los para escolher as melhores opções. Se quiser editar o máximo de detalhes, inclusive alinhamento ou tamanho de campo usando precisão milimétrica, selecione os campos desejados, clique neles com o botão direito do mouse e escolha Propriedades. Você certamente ficará espantado com a quantidade de configurações possíveis. Sempre que quiser ver como está ficando seu formulário, vá em Modo de Exibição e escolha Modo Formulário.
Formulário

Quando seu formulário estiver pronto, insira alguns dados para testá-lo. Na parte inferior do formulário, há uma barra onde você pode ir para o primeiro, para o último, para o 
 próximo ou para o registro anterior ou, ainda, fazer uma pesquisa em seu banco de dados:
Barra de navegação em formulários

Photoshop - Efeito Filme antigo

tutoriais photoshopHoje veremos como criar um efeito utilizando modos de blend, filtros e ferramentas.
Tutorial muito bom pra quem quer deixar suas fotos com um efeito antigo de filme



01. Pressione Ctrl+O e abra uma foto qualquer, no caso deste tutorial usaremos a foto abaixo.

tutoriais photoshop

02. Clique no ícone de Add New Fill or Adjustment Layer no rodapé da paleta de layers e escolha a opção Hue/Saturation.

tutoriais photoshop

03. Sua paleta de layers deverá ficar como a da foto abaixo.

tutoriais photoshop

04. Defina os valores abaixo e pressione Ok.

tutoriais photoshop

05. Sua imagem deverá ficar como a da foto abaixo.

tutoriais photoshop

06. Pressione Ctrl+Shift+Alt+N ou clique no ícone de Create a New Layer no rodapé da paleta de layers para criar uma nova layer.

tutoriais photoshop

07. Dê o nome de Light Leak 1 para a nova layer.

tutoriais photoshop

08. Pressione a letra M do teclado para selecionar a Rectangular Marquee Tool e crie uma seleção como a da foto abaixo.

tutoriais photoshop

09. Vá em Edit> Fill e defina os valores abaixo.

tutoriais photoshop

10. Pressione Ctrl+D para retirar a seleção.

tutoriais photoshop

11. Agora vá em Filter> Blur> Gaussian Blur e defina os valores abaixo.

tutoriais photoshop

12. Mude o modo de blend da layer para Color Dodge e defina a opacidade em 90%.

tutoriais photoshop

13. Sua imagem deverá ficar como a da foto abaixo.

tutoriais photoshop

12. Pressione Ctrl+Shift+Alt+N para criar uma nova layer, pressione a letra M do teclado para selecionar a Rectangular Marquee Tool e crie uma seleção como a anterior, vá em Edit> Fill e defina os valores abaixo.

tutoriais photoshop

13. Vá em Filter> Blur> Gaussian Blur e defina os valores abaixo, mude o modo de blend da layer para Color Dodge e defina o valor da opacidade em 90%.

tutoriais photoshop

14. Sua imagem deverá ficar como a da foto abaixo.

tutoriais photoshop

15. Pressione a letra M do teclado para selecionar a Elliptical Marquee Tool, pressione Ctrl+Shift+Alt+N Para criar uma nova layer, crie uma seleção como a da foto abaixo, escolha a cor vermelha e pressione Alt+Backspace (a tecla acima do Enter) ou pressione a letra G do teclado para selecionar a Paint Bucket Tool e clique dentro da seleção para preencher com a cor escolhida.

tutoriais photoshop

16. Pressione Ctrl+D para desabilitar a seleção, vá em Filter> Blur> Motion Blur e defina os valores abaixo.

tutoriais photoshop

17. Pressione Ctrl+J para duplicar a layer, pressione Ctrl+E para mesclar as duas layers novamente.

tutoriais photoshop

18. Mude o modo de blend da layer para Color Dodge e defina a opacidade da layer em 60%.

tutoriais photoshop

tutoriais photoshop

19. Vá em Filter> Blur> Gaussian Blur e defina os valores abaixo.

tutoriais photoshop

20. Agora pressione Ctrl+O e abra uma textura de sujeira, caso queira utilizar a textura usada neste tutorial clique aqui para fazer o download, com a textura aberta pressione Ctrl+A para selecionar seu conteúdo, Ctrl+C para copiar, volte ao documento que estamos trabalhando e pressione Ctrl+V para colar a imagem, mude o modo de blend da layer para Screen e defina o valor da opacidade em 90%, no final sua imagem ficará como a da foto abaixo.

tutoriais photoshop

tutoriais photoshop

21. Abaixo vocês conferem duas outras imagens com o mesmo efeito.

tutoriais photoshop

tutoriais photoshop

site de origem: http://blog.designnocturne.com/2012/02/16/creating-digital-light-leaks/

Excel - Formula da condição SE e E



Agora você tem uma planilha onde tem a idade e altura de seus alunos. Haverá uma competição e somente aqueles que tem idade Maior que 15 e Altura maior ou igual que 1,70 participaram da competiçãio. Neste caso você utilizará a condição SE e a condição E. Porque? 

Respondo: É simples, porque para o aluno participar ele deve possuir  a idade maior que 15 e altura maior ou igual 1,7. As duas condições devem ser verdadeiras, caso uma seja falsa, ele não participará. Entenderam . Veja o Exemplo abaixo:





Onde: 
B2 - refere-se ao endereço da idade
>15  - refere-se a condição, ou seja, se a idade for maior que 15
C2 - refere-se ao endereço da altura
>=1,70 - refere-se a condição, ou seja, se a altura for maior ou igual a 1,70 
"COMPETIRA" - resposta se as duas condições forem verdadeiras.
"NÃO COMPETIRA" - resposta se caso as duas respostas não forem verdadeiras.

Siga a sintaxe abaixo para outros exemplo, substituindo apenas os endereços, as condições e as respostas, o resto deve ser sequido como está"

Exel - Formúla da condição SE

-quer dizer então faça ;  
( ) -quer dizer leia  ;
" TEXTO" - quer dizer escreva. Sempre que desejar escrever texto coloque entre aspas. No caso ele escreverá TEXTO.
" "- as duas aspas sequidas dãoi sentido vazio, ou seja, se caso estiver vazio.

Suponhamos que desejasse criar um Controle de Notas do Aluno, onde ao se cauculas a média, ele automaticamente especificasse se o aluno fora aprovado ou não. Então Veja o exemplo abaixo.
Primeiramente, você precisa entender o que desejar fazer. Por exemplo:   quero que no campo situação ele escreva APROVADO somente se o aluno tiar uma nota Maior ou igual a 7 na média, caso contrário ele deverá escrever REPROVADO, já que o aluno não atingiu a condição para passar.
Veja como você deve escrever a fórmula utilizando a função do SE>



Onde: 
B2 - refere-se ao endereço da média do aluno. Sendo ela que determinará se o aluno passará ou nãoi.

>=7 - refere-se a condição para o aluno passar, ou seja, para está Aprovado ele deve atingir uma média maior ou igual a 7.

;     - quer dizer então faça
 "APROVADO"  - refere-se a resposta verdadeiro , ou seja, se a condição for verdadeira( a nota for maior ou igual a 7)  então ele escrevera aprovado. Por isso você deve colocar entre aspas, já que se refere a Texto . 
      
 ; este outro ponto e vígula subentende-se senão faça, ou seja, caso contrário, fa´ra outra coisa.
Em outras palavras quer dizer se não for verdadeiro então faça isso...
"REPROVADO" - refere-se a resposta falso, ou seja, caso ele não tenha mnaior ou igual a 7, então escreva Reprovado . 

   Próximo tutorial sobre Exel , ensinaremos mais um exemplo de SE com mais uma condição .


 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Eagle Belt Buckles